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	<title>Raviel Carvalho :: Muito Com Pouco &#187; Internet</title>
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	<description>Blog do Arquiteto de Informação brasileiro Raviel Carvalho. Muito conteúdo com pouca utilidade.</description>
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		<title>Inclusão Social Twitteriana</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 03:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raviel Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta acontecendo uma coisa que eu temia muito, o mesmo motivo que me levou a abandonar redes sociais como Facebook e Orkut, esta começando a aparecer no Twitter. Acho que grande maioria das pessoas sabe o que é, e isso realmente me chateia.
Uma frase muito bem falada pelo meu amigo Rafael Denicol &#8220;Inclusão digital, antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-40" title="Twitter" src="http://www.ravielcarvalho.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/twitter_bird.jpg" alt="Eles passarão..." width="300" height="249" /><p class="wp-caption-text">Eles passarão...</p></div>
<p>Esta acontecendo uma coisa que eu temia muito, o mesmo motivo que me levou a abandonar redes sociais como Facebook e Orkut, esta começando a aparecer no Twitter. Acho que grande maioria das pessoas sabe o que é, e isso realmente me chateia.</p>
<p>Uma frase muito bem falada pelo meu amigo Rafael Denicol &#8220;Inclusão digital, antes de inclusão social&#8221;. Não querendo ser preconceituoso, longe de mim! Mas acho que antes de querer expressar uma opinão, aprenda a escrever dignamente e ter uma posição definida e cabível sobre o tema debatido.</p>
<p>O &#8216;grande povo&#8217; esta chegando em massa no Twitter nos últimos meses, estão começando a usar o aplicativo como forma de paquera e surgindo &#8216;modeletes de avatar&#8217;, pessoas postando coisas inúteis e indo atrás de &#8216;miguxos e peguetes&#8217;. Isso não me incomodaria se não chegasse até mim, mas chegou e agora me incomoda, principalmente o fato de pedirem satisfação quando você não segue de volta, como se isso fosse afetar algo no universo.</p>
<p>NÃO, não sigo pessoas que postam coisas inúteis ou que não conheço, e caso me perturbem bloqueio sem choro. No Brasil, quando algo vira moda tende sempre a piorar, graças ao famoso &#8216;jeitinho brasileiro&#8217;.</p>
<p>Por favor, não estraguem o brilho e utilidade que o Twitter tem&#8230; Deveriam criar uma rede social no qual fosse obrigatório passar em uma prova para poder ter acesso!</p>
<p><em>Sakou ah morau da istoria manu?!</em></p>
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		<title>Muito Com Pouco</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 00:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raviel Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nada melhor do que começar o novo blog com um texto explicativo!  Pretendo, pelo menos este blog, manter sempre atualizado. Sei que é uma  promessa que 90% dos blogueiros fazem e quase nunca cumprem, mas  tentarei!
Enquanto criava meu novo site e blog, consultando meus amigos para  obter um feedback, sempre (ou quase sempre) vinha a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada melhor do que começar o novo blog com um texto explicativo!  Pretendo, pelo menos este blog, manter sempre atualizado. Sei que é uma  promessa que 90% dos blogueiros fazem e quase nunca cumprem, mas  tentarei!</p>
<p>Enquanto criava meu novo site e blog, consultando meus amigos para  obter um feedback, sempre (ou quase sempre) vinha a pergunta &#8220;Porquê  muito com pouco?&#8221;, tornando a resposta demasiadamente repetitiva e  cansativa. Este post será extremamente útil (ao menos para mim),  servindo de consulta para futuros &#8216;perguntadores&#8217; e sem dúvida me  economizará tempo.</p>
<p>Este slogan veio de um pensamento que aprendi com o passar da minha  vida profissional, o &#8217;segredo para o sucesso&#8217; não esta na complexidade  de execução e sim na idéia simples que vai mover todo o trabalho. Hoje  na internet vejo inúmeros projetos complexos que não obtem nenhum  progresso, simplesmente por não possuirem a &#8217;sacada&#8217; de fundo. A  complexidade de produção não deve ser critério para avaliação, e sim se  ela foi realmente necessária para obter o resultado.</p>
<p>Tanto que, quanto de forma mais rápida e simples você conseguir  alcançar o objetivo, melhor será seu exito, isso cabe a tudo, não  somente a internet.</p>
<p>O slogan do blog &#8220;Muito conteúdo com pouca utilidade&#8221; é uma menção a  90% dos sites hoje na internet brasileira, simples assim. Por mais que  ele seja uma &#8216;auto-denegrinação&#8217; (meu deus, existe isso?) usuários  corriqueiros que não entendem o verdadeiro espírito do blog ou não me  conhecem, sairão com as palavras conteúdo e utilidade em mente.</p>
<p>Espero que as dúvidas sobre estes slogans sejam supridas com este texto. Em breve retorno, espero eu.</p>
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		<title>Preguiça</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 15:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raviel Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A coragem sem o ato resulta no medo, não creio e nem digo que o medo seja obsoleto, porém discordo dos termos referidos a ele em demasia, usando este mesmo como pretexto ou desculpa para uma ação ou falta dela. Uma definição mais clara desta palavra seria a preguiça, isto mesmo, a preguiça! Considerada um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A coragem sem o ato resulta no medo, não creio e nem digo que o medo seja obsoleto, porém discordo dos termos referidos a ele em demasia, usando este mesmo como pretexto ou desculpa para uma ação ou falta dela. Uma definição mais clara desta palavra seria a preguiça, isto mesmo, a preguiça! Considerada um dos sete pecados capitais por alguns, e por outros muitos, um dos onze mandamentos. Eis que agora vem o xis da questão, o medo nada mais é que a preguiça não vencida de realizar um ato que você teme o resultado que possa vir a ocorrer. Pois se ainda não entendeu ao que me refiro, vamos ver as coisas do lado oposto, ele sempre nos da mais respostas referente ao contrário (confuso, não?!).</p>
<p>Então partiremos de vento em popa para o exemplo: Imagine um sagaz e feroz leão no quintal de sua casa, você não tem coragem para encará-lo, logo, portando e, porém, você não sai de casa. Até que um determinado dia, a sua vontade de sair é tamanha que, com unhas e dentes encara o bichano com astúcia e vence o desafio (ou não).<br />
A sua vontade de sair ultrapassou o seu limite de paciência para suportar algo, não é isso que acontece com qualquer ato de coragem? O seu limite para agüentar determinada situação faz você tomar coragem para enfrentá-la, seja por um ato de amor ou ódio. Agora, o que é a falta de vontade? A Preguiça! Todos os seus medos são resultados da sua preguiça de encarar o que teme.</p>
<p>Partindo de um extremo ao outro, para comprovar a minha inútil teoria, veremos o velho ditado: “A tecnologia é o resultado da preguiça”, para os desinformados de plantão, explicando em poucas palavras o ditado referido anteriormente: Porque surgiram os automóveis? Pela preguiça do ser humano de andar. Porque surgiu o telefone? Pela preguiça do ser humano de ir até outro da mesma espécie para efetuarem um ato de comunicação. Pegue qualquer tipo de tecnologia, até as mais primitivas como talheres, armas e tantas outras, tudo foi inventado para facilitar determinado ato, ou seja, pela preguiça de fazer ele de uma forma mais cansativa. Bom, entendido o ditado, vem às contradições, como a preguiça pode ser o medo e o avanço ao mesmo tempo? Seriam os inventores os preguiçosos? Ou seriam os deuses os astronautas?</p>
<p>Veja claramente que em todo o texto, em nenhum momento mencionei que as pessoas que possuem falta de vontade (ou de coragem) são dignas de um rótulo de pessoas inferiores. Mas agora que vem o segundo xis da questão, neste exato momento diferenciaremos um herói de um inventor. Ainda parece confuso? Partiremos de vento em popa ao quadrado, para outro exemplo!</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.ravielcarvalho.com/blog/wp-content/uploads/2009/01/superboy.jpg" alt="Superboy" /></p>
<p>Um herói é alguém que possuí uma vontade de realizar determinado ato, maior que a de qualquer outra pessoa, seja esta vontade motivada por um sentimento ou por um desejo pessoal. Para dar mais emoção a esta humilde teoria, explorarei ao extremo minha mais profunda originalidade: imagine uma princesa presa no topo de uma torre, no qual possui um dragão (também sagaz e feroz como o nosso querido leão) como guardião, agora imagine um príncipe para salvar a nossa princesa! Se ele lutasse bravamente com o dragão, escalasse a torre e salvasse a princesa, seria considerado um herói! Agora se este mesmo herói inventasse uma pílula para o nosso réptil gigante, que o fizesse adormecer por tempo suficiente para ele abrir a porta da torre calmamente, subir até o topo, pegar a princesa, descer e ir embora. Ele ainda seria considerado um herói? Não! Seria um cientista ou um inventor, e porque ele inventou? Pela preguiça de treinar para encarar o sagaz e feroz dragão! O estudo para realizar determinada façanha, foi motivado pela preguiça de realizar a tarefa de um modo que envolva mais esgotamento físico. Por isso cito novamente, o medo nada mais é que a preguiça não vencida de realizar um ato que você teme o resultado.</p>
<p>Os não-preguiçosos fazem história, os preguiçosos ajudam a história, um exemplo clássico de equilíbrio natural.</p>
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